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Polícia fecha aviário suspeito de vender pombo como galeto no RJ

Publicada em 15/10/20 as 09:30h por Tatiana Campbell Colaboração para o UOL, do Rio de Janeiro - 715 visualizações

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 (Foto: Reprodução/Polícia Civil)
A Polícia Civil interditou hoje um aviário em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, suspeito de vender carne de pombo como se fosse galeto. Os agentes da Delegacia do Consumidor também irão realizar vistoria em outros estabelecimentos A ação veio depois de os agentes receberem diversas denúncias do local. A polícia encontrou um depósito de aves abatidas, onde as carnes estavam sendo comercializadas com as espécies misturadas, sem qualquer tipo de identificação. O dono do aviário foi preso em flagrante.

Os agentes encontraram diversas aves, como galinhas, patos, codornas e pombos que estavam em condições precárias de higiene. Além disso, a Polícia Civil informou que o estabelecimento, que fica no bairro Paraíso, não tinha autorização dos órgãos de fiscalização. De acordo com o delegado responsável pela operação, André Luiz Neves, o dono do local alegou que as carnes dos pombos eram usados apenas para rituais religiosos: "O dono negou que tinha misturado as carnes, ele disse que vendia os pombos que pegava na rua para rituais espirituais e não da carne para consumo. Vamos checar outros estabelecimentos", disse o delegado ao UOL.

"Encontramos esse aviário com carnes suspeitas misturadas, tinham muitos pombos misturados com galinha. Fomos lá após recebermos a denúncia e ela bateu, fechamos e lacramos o espaço. O local era totalmente insalubre e não tinha autorização para nada. A gente suspeita que tinha essa mistura [das carnes] mesmo", acrescentou. A Polícia Civil enviou para o UOL vídeos da interdição realizada hoje. É possível ver que no aviário existiam diversas gaiolas com frango vivo e em uma outra, bem ao lado, pombos também vivos. Um consumidor que não foi identificado informou que as carnes eram todas misturadas e vendidas. Nas embalagens, a polícia não encontrou nenhuma identificação da procedência das carnes. Os agentes suspeitam que o estabelecimento seja um abatedouro clandestino de aves. O material foi encaminhado à perícia para atestar os animais que eram vendidos para o consumidor.





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