
Ir às compras deixou de ser uma tarefa exclusivamente humana. Com o avanço da tecnologia no varejo — tema destacado na NRF 2026, realizada em janeiro em Nova York (EUA) —, os agentes de inteligência artificial também devem realizar essa tarefa a partir de agora.
Como funciona? Na prática, o robôs pesquisam preços, monitoram promoções, avaliam o momento ideal para fechar o negócio e, quando encontram uma oferta dentro dos critérios definidos pelo consumidor, concluem a compra automaticamente.
Pesquisa realizada pela fintech Adyen aponta que 56% dos varejistas brasileiros classificam o comércio agêntico como prioridade estratégica e planejam lançar jornadas de compra autônomas em até um ano. O motivo é claro: os brasileiros são entusiastas de tecnologia. O levantamento mostra que 70% dos consumidores permitiriam que a IA cuidasse de todo o processo de compra, inclusive do pagamento final. Estudo da consultoria norte-americana Edgar, Dunn & Company estima que o comércio agêntico global poderá movimentar US$ 1,7 trilhão até 2030.
