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Justiça aceita tese da defesa e absolve jovens que agrediram adolescente em Camaquã

Após 12 horas de julgamento, o júri deliberou que não houve tentativa de homicídio, acolhendo a tese da defesa; os dois acusados foram liberados

Publicada em 31/08/2021 as 08:24h por Rádio Cidade Camaquã
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 (Foto: Igor Garcia/Clic Camaquã/Reprodução)

Nesta segunda-feira, 30 de agosto, a reportagem do Clic Camaquã acompanhou com exclusividade um júri popular que teve desfecho no começo desta noite. No dia de hoje, o Juiz de Direito Felipe Valente Selistre conduziu o júri popular de dois jovens, os quais inicialmente eram julgados por tentativa de homicídio, tese que acabou não se confirmando.

 

Após 12 horas de julgamento, o júri deliberou que não houve tentativa de homicídio, acolhendo a tese da defesa e desclassificando o crime para lesões corporais gravíssimas. 

 

Os dois acusados estavam presos preventivamente no Presídio Estadual de Camaquã desde a data do fato, em abril de 2020. Com a decisão, eles serão liberados.

 

Os acusados foram representados pelos advogados de defesa Luciano Miranda de Freitas, Saul Kazanowski, Vinicius Rocha e Ricardo César Cidade.

 

A acusação ficou a cargo do Promotor de Justiça Francisco Saldanha Lauenstein. Vinte e cinco pessoas foram convocadas para atuar como jurados. Depois de um sorteio, sete delas foram dirigidas para a tribuna. 

 

Da decisão, ainda cabe recurso.

 

Identificação e interrogatório

No dia 15 de maio de 2020, a delegada Vivian Sander Duarte comunicou a identificação dos suspeitos de agredirem um jovem no Centro de Camaquã. A agressão foi flagrada por câmeras de videomonitoramento e divulgadas à imprensa no dia 14 de maio do mesmo ano, com a intenção de identificar os agressores.

 

Após a veiculação, a Polícia recebeu informações de uma pessoa que não quis se identificar, que informou o nome de dois possíveis suspeitos. Após identificação dos dois indivíduos, a Delegacia de Polícia de Camaquã intimou e interrogou os suspeitos. O terceiro identificado é adolescente e também prestou informações, acompanhado de responsável.

 

De acordo com as versões dos suspeitos, naquela noite eles estavam na praça Zeca Neto bebendo, quando apareceu um quarto indivíduo, o qual bebeu com eles e, na sequência, tentou furtar o telefone celular do adolescente.

 

Ele não chegou a subtrair o telefone, pois foi advertido pelos presentes. Então, o indivíduo largou o aparelho de telefone celular e fugiu.

 

Depois de um tempo, os suspeitos saíram da praça e encontraram a vítima e, por estarem com raiva da tentativa de furto sofrida anteriormente, resolveram descontar a raiva, de forma aleatória, na primeira pessoa que viram. 

 

No vídeo, é possível ver a vítima que passava em frente à lotérica Tesouro Escondido quando foi abordada por três rapazes na avenida Olavo Moraes, no Centro de Camaquã. Com um soco, um deles derrubou a vítima, que recebeu socos e chutes quando já estava caído no chão.

 

A vítima

A vítima, após o ataque dos três indivíduos, ficou cerca de um mês com dificuldades para se alimentar, pois não podia mastigar.

 

Ele perdeu o emprego e até hoje sente dores fortes na cabeça devido as agressões. A vítima teve traumatismo craniano, afetando pelo menos três lugares da face.

 

Créditos: Elias Bielaski/Clic Camaquã




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