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Domingo de muito movimento na Prainha e praças de Camaquã

Publicada em 26/07/20 as 20:44h por Rádio Cidade Camaquã
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 (Foto: Rádio Cidade Camaquã)

Neste domingo (26), em plena pandemia do Coronavírus, a população de Camaquã ignorou mais uma vez os cuidados básicos que devem ser adotados para evitar contato com o vírus e assim reduzir os índices de infecção que vem sendo registrados em Camaquã nas últimas semanas. A reportagem da Rádio Cidade circulou na tarde de domingo, próximo aos principais pontos de concentração nos finais de semana.


Na avenida Cônego Walter, a faixinha, e avenida Nestor de Moura Jardim, entre os horários das 15h e 18h, diversas pessoas faziam caminhadas e andavam de bicicleta, muitas famílias caminhavam com crianças. Pais e filhos na maioria dos casos, não usavam máscaras.


Na praça Zeca Netto, grupos de amigos e familiares caminhavam no interior da praça e tomavam chimarrão aglomerados. Na Prainha uma movimentação intensa de pessoas fazendo caminhada, tomando chimarrão, reunidos em grupos sentados em cadeiras de praia. Um grupo formado por jovens jogavam vôlei na quadra de areia, enquanto outro grupo jogava futebol na quadra do campeonato de verão. Na plataforma de madeira conhecida como "trapiche", jovens tomavam chimarrão e faziam fotos.


Em volta do Complexo Poliesportivo Rui de Castro Neto, vários veículos estacionados e centenas de outros circulavam no entorno observando a movimentação. O clima era de uma tarde de domingo normal, como se não estivéssemos no meio de uma pandemia e com as restrições da bandeira vermelha.


A movimentação no local começou por volta de 15h. A reportagem da Rádio Cidade chegou ao local por volta de 16h30. Há duas quadras do local encontramos uma viatura da BM que realizava o patrulhamento ostensivo no bairro Jardim do Forte, porém sem nenhuma intervenção junto aos grupos aglomerados.


Às 17h entramos em contato com a sala de operações da BM via 190. Fomos orientados a entrar em contato com o setor de fiscalização da Prefeitura. O plantonista afirmou não ser responsabilidade da BM fiscalizar locais de aglomeração.


Entramos em contato com o subcomandante do 30 BPM, major Marcelo Nunes Ferreira que afirmou que a Polícia Militar não possui efetivo suficiente para ações de fiscalização em pontos de concentração durante a pandemia e que somente agem em apoio aos fiscais da Prefeitura quando solicitados. Em atenção ao nosso contato o Major disse que iria determinar o deslocamento de uma viatura até a prainha.


O setor de fiscalização da Prefeitura foi contactado por volta de 17h e anunciou que haviam equipes de plantão e que estas já estavam em deslocamento juntamente com a Brigada Militar. 40 minutos após, uma viatura da BM em apoio há dois veículos do setor de fiscalização da Prefeitura chegaram na prainha, embora nenhuma pessoa tenha sido abordada, os grupos debandaram-se em disparada e em menos de 5 minutos o local ficou deserto.


Estranhamente em um domingo ensolarado as equipes de fiscalização da Prefeitura não estavam realizando  ações ostensivas em locais tradicionais de aglomerações. Estes agiram após serem solicitados e alertados da necessidade de dispersar as concentrações. A ação de dispersar as aglomerações foi norteada somente pela presença física dos fiscais e policiais, sem nenhuma advertência ou orientação às pessoas que descumpriam o decreto municipal e as restrições impostas pelo governo do Estado, baseadas  na  classificação de distanciamento.




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