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Adolescente de 12 anos confessa ter assassinado menina de 9 em São Paulo.

Publicada em 01/10/19 as 19:50h por Rádio Cidade Camaquã
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 (Foto: Reprodução)

O adolescente de 12 anos morava na mesma rua da vítima, que foi encontrada amarrada em uma árvore.


De acordo com a Polícia Civil, o adolescente confessou ter matado Raíssa Eloá Caparelli Dadona de 09 anos, no último domingo (29). Ele foi interrogado por policiais civis, acompanhado pelos pais, na sede do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa). A Justiça de São Paulo já havia determinado a apreensão do garoto. 


O garoto relatou o crime aos pais, que decidiram levá-lo à delegacia. Aos policiais, ele primeiramente afirmou que apenas acompanhava a menina quando um homem de bicicleta chegou e cometeu o crime. Mas tarde, no entanto, ele voltou a relatar o que afirmara aos pais: que havia assassinado a colega. Ele foi flagrado, por câmeras de segurança, caminhando com a menina momentos antes do crime acontecer. Ele ainda será ouvido no Departamento de Infância e Juventude do Ministério Público e depois será levado a uma unidade da Fundação Casa de São Paulo.


"Eles saíram da festa no CEU (Centro Educacial Unificado), onde havia diversas crianças e caminharam até a área da mata, brincaram um pouco, e o menino então começou a agredi-la com as mãos e com um pedaço de pau" contou o Delegado. Em seguida, o adolescente teria "lançado" a menina com uma corda em uma árvore e a enforcando. 


De acordo com o Delegado, ainda não é possível saber se a causa da morte foi por asfixia ou os múltiplos traumas provocados pelas agressões. A confirmação depende dos laudos do Instituto Médico Legal (IML).


A assistente social que atendia Raíssa no Núcleo de Apoio à Inclusão Social para Pessoas com Deficiência disse que a garota era tímida, mas, com o tratamento, havia melhorado o comportamento, tornando-se mais emotiva e falante.


A família afirma que a menina não dava confiança a adultos que não conhecia. "Ela era introvertida, não era de se comunicar, mas quando se sentia bem, ela falava", conta uma prima de Raíssa.




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