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Bolsonaro chama Renan de bandido e desdenha de relatório da CPI

Ao saber que deve ser enquadrado em 11 crimes pelo relator da Comissão da Covid, presidente criticou senador

Publicada em 16/10/2021 as 13:59h por R7
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 (Foto: Alan Santos / PR / Divulgação)

O presidente Jair Bolsonaro minimizou a notícia de que o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid-19, vai pedir o indiciamento dele por ao menos 11 crimes no relatório final, que será apresentado na próxima terça-feira (19). Além disso, o chefe do Executivo chamou o parlamentar de "bandido".

 

"Sabia que eu fui indiciado hoje por homicídio? Alguém está sabendo aí? A CPI me indiciou por homicídio. O Renan Calheiros me indiciou por homicídio. Onze crimes. O Renan me chama de homicida. Um bandido daquele. Bandido é elogio para ele. O Renan está achando que eu não vou dormir porque está me chamando de homicida, está de sacanagem", comentou Bolsonaro, nesta sexta-feira (15), ao conversar com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.

 

Bolsonaro criticou os trabalhos da CPI e disse que a comissão deveria apontar eventuais falhas cometidas por governadores e responsabilizá-los. "O que passa na cabeça do Renan Calheiros naquela CPI? O que passa na cabeça dele com esse indiciamento? Esse indiciamento, para o mundo todo, vai que eu sou homicida. Eu não vi nenhum chefe de estado ser acusado de homicida no Brasil por causa da pandemia. E olha que eu dei dinheiro para todos eles", opinou.

 

Segundo apurou o R7, Calheiros vai imputar os seguintes delitos ao chefe do Executivo: crime de epidemia com resultado de morte, prevaricação, crime de infração a medidas sanitárias preventivas, charlatanismo, emprego irregular de verba pública, incitação ao crime, falsificação de documentos particulares, genocídio indígena, crime contra a humanidade, crime de responsabilidade e crime de homicídio comissivo por omissão no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

 

O parecer final do relator será votado pelo plenário da CPI na quarta-feira (20). Se aprovado, será remetido ao Ministério Público Federal. No que diz respeito às acusações contra Bolsonaro, caberá à Procuradoria-Geral da República (PGR) decidir se apresenta uma denúncia ao Poder Judiciário contra o presidente em razão das provas reunidas pela CPI da Covid-19.

 




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