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Mesa diretora da Câmara interdita trilha ecológica e determina abertura de Procedimento Administrativo para apurar irregularidades

Publicada em 23/02/20 as 12:40h por Rádio Cidade Camaquã - 476 visualizações

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 (Foto: Rádio Cidade Camaquã)
A Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Camaquã, formada pelo presidente Paulinho Bicicletas (Republicanos), vice-presidente Ilson Meireles (Progressistas), primeiro secretário Claiton Silva (PDT) e segundo secretário, Marco Longaray (PT) interditou a Trilha Ecológica na tarde de segunda (17). O Espaço Socioambiental está localizado na mata nativa, no terreno do Legislativo. O ex-presidente e autor e idealizador do projeto, vereador Fabiano Medeiros diz que a interdição é um ato político.
  
No início de janeiro um morador de um terreno ao lado da trilha procurou a Câmara de Vereadores em busca de providências após uma árvore ter caído sobre seu terreno, causando prejuízos. Após o fato, uma vistoria foi realizada no local, onde foi constatado que diversas árvores estavam secas, havia galhos em iminente risco de queda, bem como o fato de haver uma cerca elétrica próximo a trilha, sendo de fácil contato aos visitantes.

Uma avaliação técnica do local foi realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, onde foi apontada a necessidade de poda de galhos e corte de árvores que representam riscos aos visitantes. Uma parte da trilha, os locais onde o risco era ainda maior, chegou a ser interditado no último ano pelo ex-presidente da Câmara, vereador Fabiano Medeiros.

Com a intenção de resolver a situação, o presidente do Legislativo buscou soluções junto a empresa que executou a obra e o ex-presidente da Câmara. No entanto, não obtendo êxito, optou em interditar a trilha.

“Uma árvore já caiu no terreno ao lado, não podemos arriscar que uma criança coloque a mão na cerca elétrica do vizinho ou que uma árvore caia em cima”, avalia Paulinho, destacando que o espaço é importante para a cultura e educação dos estudantes, mas o Legislativo deve agir com responsabilidade, primando pela segurança.

A medida é provisória e será mantida enquanto não forem realizadas as ações necessárias para garantir a segurança dos visitantes.

Na manhã de quarta-feira (19) durante o Programa Tá na Mesa na Rádio Cidade o assunto foi amplamente repercutido. O ex- presidente da Câmara, Fabiano Medeiros, acusou o atual presidente da mesa diretora do Poder Legislativo, Paulinho Bicicletas e demais membros da mesa de estar praticando ato político, citando a foto dos vereadores estampada na publicação no site oficial do Legislativo na ilustração do tema. O vereador Fabiano disse que a trilha ecológica custou R$ 13.000,00 (Treze mil Reais) fato bastante criticado pela opinião pública na época. A Trilha foi inaugurada em 18 de dezembro de 2019 e após alguns dias foi parcialmente interditada pelo próprio Presidente do Legislativo e autor do projeto. 

De acordo com o atual Presidente do Poder Legislativo vereador Paulinho, durante temporal no início do mês de janeiro uma arvore nativa localizada na referida trilha caiu sobre a propriedade de um vizinho. O Presidente teria acionado a empresa responsável pelos serviços e o ex presidente Fabiano para encontrar juntos soluções para os problemas constatados. Segundo declarações do vereador Paulinho, “na trilha haviam três arvores com galhos secos ameaçando cair e uma cerca elétrica que facilmente poderia ser acessada por crianças frequentadoras do local, podendo provocar acidentes trágicos”.

Segundo o presidente atual da Câmara os serviços de construção da trilha não foram concluídos adequadamente pela empresa contratada. Paulinho, disse “que a empresa compareceu ao local, tomou conhecimento da situação, disse que voltaria a tratar da questão o que não ocorreu”. O ex presidente vereador Fabiano, teria sido contatado pelo atual Presidente, porém não teria tomado nenhuma providência.  

Paulinho Bicicletas determinou a abertura de PAD – Processo Administrativo Disciplinar, para apurar responsabilidades.

Durante a entrevista o presidente da Câmara, criticou erros ortográficos expressos na placa descerrada no local e levantou suspeitas sobre narrativas históricas envolvendo um poço existente no local onde teria sido jogado um cofre por um delegado da época.





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